quinta-feira, 5 de março de 2009

Meme Literatura é Arte

Selo Literatura é Arte!
Lá vai...
Recebi este meme de uma das meninas do Confraria das Calcinhas

http://confrariadascalcinhas.blogspot.com/

Regras do Prêmio:
• Escrever uma lista com 8 coisas características suas (personalidade);
• Convidar 8 parceiros(as) de blogs amigos para responder....;
• Comentar no blog de quem nos convidou;

• Comentar no blog dos nossos(as) convidados(as), para que saibam da “convocação”...;
• Mencionar as regras.

1-Sincera: acho que essa é a característica mais marcante... meus amigos que o digam; 
2-Extrovertida: falo pelos cotovelos (quem me conheceu só qndo era criança não iria acreditar nisso);
3-Cabeça dura: é dificil mudar isso, hein?;
4-Comprometida: se eu falei que vou ou que faço, pode ter certeza de que isso vai acontecer;
5-Pontual: ou até 5 minutos adiantada;
6-O contrário de ciumenta: se tem uma coisa não dá pra dizer de mim é que sou ciumenta;
7-Adulta: nossa.. acho que deveria ser mais "criança" as vezes;
8-Perfeccionista:até que já melhorei um tanto sobre isso;

"And the Oscar goes to" - Os 8 convidados são (tchan tchan):

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Marquei!

Gente, gente!

marquei meu casamento! nem acredito!
agora vai mesmo!
mas por hoje é só, vou contando aos poucos... hehehehe.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Paradoxo do nosso tempo

Eu já tinha recebido esse texto por email.
Agora recebi novamente e resolvi postar.
Acho que faz bem ler essas coisas no início do ano (e não faz mal nenhum lembrar delas durante todo o ano).

O PARADOXO DE NOSSO TEMPO
(Original: The Paradox of Our Age, by Dr. Bob Moorehead)
O paradoxo de nosso tempo na história é que temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos; auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos; gastamos mais, mas temos menos; nós compramos mais, mas desfrutamos menos.

Temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mas menos tempo; temos mais graus acadêmicos, mas menos senso; mais conhecimento e menos poder de julgamento; mais proficiência, porém mais problemas; mais medicina, mas menos saúde.

Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma perdulária, rimos de menos, dirigimos rápido demais, nos irritamos muito facilmente, ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais, raramente paramos para ler um livro, ficamos tempo demais diante da TV e raramente oramos.

Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores. Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência. Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida. 

Conquistamos o espaço exterior, mas não nosso espaço interior. Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores. 

Limpamos o ar, mas poluímos a alma. Dividimos o átomo, mas não nossos preconceitos.

São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moralidade também descartável, ficadas de uma só noite, corpos acima do peso, e pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar.

É um tempo em que há muito na vitrine e nada no estoque; um tempo em que a tecnologia pode levar-lhe estas palavras e você pode escolher entre fazer alguma diferença, ou simplesmente apertar a tecla Del.

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Segue o texto completo original, em inglês

The paradox of our time in history is that we have taller buildings but shorter tempers; wider freeways, but narrower viewpoints. We spend more, but have less; we buy more, but enjoy less. We have bigger houses and smaller families; more conveniences, but less time. We have more degrees but less sense; more knowledge, but less judgment; more experts, yet more problems; more medicine, but less wellness.

We drink too much, smoke too much, spend too recklessly, laugh too little, drive too fast, get too angry, stay up too late, get up too tired, read too little, watch TV too much, and pray too seldom. We have multiplied our possessions, but reduced our values. We talk too much, love too seldom, and hate too often.

We've learned how to make a living, but not a life. We've added years to life not life to years. We've been all the way to the moon and back, but have trouble crossing the street to meet a new neighbor. We conquered outer space but not inner space. We've done larger things, but not better things.

We've cleaned up the air, but polluted the soul. We've conquered the atom, but not our prejudice. We write more, but learn less. We plan more, but accomplish less. We've learned to rush, but not to wait. We build more computers to hold more information, to produce more copies than ever, but we communicate less and less.

These are the times of fast foods and slow digestion; big men and small character; steep profits and shallow relationships. These are the days of two incomes but more divorce; fancier houses but broken homes. These are days of quick trips, disposable diapers, throwaway morality, one night stands, overweight bodies, and pills that do everything from cheer, to quiet, to kill. It is a time when there is much in the showroom window and nothing in the stockroom. A time when technology can bring this letter to you, and a time when you can choose either to share this insight, or to just hit delete.

Remember, spend some time with your loved ones, because they are not going to be around forever.

Remember to say a kind word to someone who looks up to you in awe, because that little person soon will grow up and leave your side.

Remember to give a warm hug to the one next to you, because that is the only treasure you can give with your heart and it doesn't cost a cent.

Remember to say "I love you" to your partner and your loved ones, but most of all mean it. A kiss and an embrace will mend hurt when it comes from deep inside of you.

Remember to hold hands and cherish the moment for someday that person will not be there again.

Give time to love, give time to speak, and give time to share the precious thoughts in your mind.

AND ALWAYS REMEMBER:
Life is not measured by the number of breaths we take, but by the moments that take our breath away.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Retrospectiva

Pode ser brega, pode ser comum ou o que você quiser pensar, mas eu acho legal fazer uma retrospectiva do ano que está acabando.
De uma forma geral, este foi um ano pesado para mim, com muita coisa importante. Um ano que vai ficar marcado para o resta da vida.
Todas as coisas que aconteceram, grandes ou pequenas, tem um valor especial.

Fui morar junto com meu namorado.
Fiquei noiva e decidi que vou me casar.
Fui pra Europa e realizei um grande sonho.
Terminei meu mestrado.
Entrei no doutorado.
Comecei a dar aula em uma faculdade e tive certeza que amo fazer isso.
Fiz contato com amigos que estavam distantes (e tive certeza que uma amizade verdadeira é maior do que tudo).
Fiz novos amigos.
Fiz contatos com pessoas muito legais pelo blog.
Tive algumas surpresas não tão boas, mas que serviram para mostrar o melhor lado das pessoas.
Não foi o melhor ano financeiro, mas e daí? se tivesse dinheiro e nada do que aconteceu, eu não seria feliz.

E apesar de ser muito conhecido esse poema, deixo aqui as palavras de Victor Hugo.

Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.

E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo depois que você seja útil,

Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor
É preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga “Isso é meu”,
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Lugar especial

Neste "quase" final de ano que estamos, minhas energias parecem que já não são suficientes. E me agarro a qualquer coisa que possa me ajudar. Um momento de meditação, sentir o primeiro raio de sol da manhã no rosto, olhar o céu azul em contraste com as folhas verdes lá fora. 

Então eu me lembro de um lugar especial, onde estive uma única vez e nunca mais vou esquecer. É um daqueles lugares mágicos, que tem o poder de transformar alguém: 

A Fonte de Médicis, com a estátua de Acis e Galatea ao fundo, nos Jardins de Luxemburgo em Paris.

Fotos by Camila de Araujo

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Algo sobre mulheres

Xico Sá continua perfeito ao escrever sobre as mulheres.

"[]...ela roçou um lábio no outro para corrigir o batom e dosar na maldade. "

Nada mais precisa ser dito. Simplesmente perfeito. 

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Abandono

Desculpem, mas não abandonei o blog. Só estou cuidando de coisas urgentes. Por acaso o segundo semestre é uma loucura para vocês também?

Aproveito para divulgar o evento que estou ajudando a organizar.