quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Musica para cada fase da vida acadêmica

Recebi por email e achei a pura verdade. Segue:

Bolsista de iniciação

Escuta as músicas que estão na moda. São os primeiro passos na vida científica. A vida é maravilhosa. Tudo é uma festa. Até a mísera bolsa de IC é uma fortuna.



Bolsista de Mestrado

Escuta música POP. Se está completamente empolgado com o que se faz, e quer ser o melhor na sua área. 



Bolsista de Doutorado

Escuta Heavy Metal. O dia começa às 8 da manhã e só acaba às 10 da noite. Nada dá certo e ainda tem que lidar com resumos para congressos, relatórios, disciplinas, paper para escrever, orientar os ICs, e resolver os problemas do orientador etc, etc.



Bolsista de Pós-Doutorado

 

Escuta MPB. Aumento de peso por causa do estresse. Percebeu que não pode salvar o mundo, mas isso não lhe importa, porque ainda assim te continuam pagando uma bolsa. E os papers? Se sair algum, beleza, se não, tudo bem, sempre se tem oportunidade para encaixar algum review.

Professor Doutor

Escuta jazz e música clássica . O senso de humor mudou totalmente daqueles dias de iniciação. O dores de cabeça são mais frequentes e começa a esquecer as coisas que foram faladas. Se vive a base da cafeína. O melhor é que ninguém pode te criticar.

Professor Titular

Escuta vozes em sua cabeça. Esquece dos horários das reuniões, dos dias da semana, do trabalho de seus alunos...

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Nem um dia

Quando as obrigações passam por cima da nossa vontade de ficar juntos todos os dias, eu me sinto assim.

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Um dia frio
Um bom lugar prá ler um livro
E o pensamento lá em você
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você
E tudo me divide


(Nem um dia. Djavan)
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visite http://vivendoemporto.blogspot.com

terça-feira, 8 de junho de 2010

recebi por email e estou repassando porque gostei. Eu sou balzaquiana. OBS. Não conferi a fonte. ops...

A MULHER DE 30 ANOS

Honoré de Balzac

Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma e de um homem. Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que isso é compensado por outros atributos encantadores que reveste a mulher de 30.
Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma e com seu homem. Aos 30, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e orgulho da sua vagina, das suas carnes sinuosas, do seu cheiro cítrico. Não briga mais com nada disso. Na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo - astral. Quer é ser feliz. Se o seu homem não gosta dela do jeito que é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça.
Aos 30 anos, a mulher sabe se vestir. Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos e acessórios, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo. Gasta mais porque tem mais dinheiro. Mas, sobretudo, gasta melhor. E tem gestos mais delicados e elegantes.
Aos 30, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar. E finge indiferença com muito mais competência quando interessa repelir. Não que fique menos inconstante. Mulher que é mulher,se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor. Mas, aos 30 ela,já sabe lidar melhor com esse aspecto peculiar da sua condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam e quem mais estivesse por perto, irremediavelmente.
Aos 20, a mulher tem espinhas. Aos 30, tem pintas, encantadoras trilhas de pintas, que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos.
Sim, aos 20 a mulher é escolhida. Aos 30, é ela quem escolhe. E não veste mais calcinhas que não lhe favorecem. Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo. Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata.
A mulher de 30, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome. Aos 30, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros; seus lábios, mais reluzentes; sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é a oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade.
Aos 20 ela rói as unhas. Aos 30, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave. Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética insuperável. Acontece alguma coisa também com os cílios, o desenho das sobrancelhas, o jeito de olhar. Fica tudo mais glamouroso, mais sexualmente arguto.
Aos 30, quando ousa, no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio. No jogo com os homens já aprendeu a atuar no contra - ataque. Quando dá o bote é para liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra a sua força na hora certa e de forma sutil.
Não para exibir poder, mas para resolver tudo ao seu favor antes de chegar ao ponto de precisar exibi-lo. Consegue o que pretende sem confrontos inúteis. Sabiamente, goza das prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Novo espaço - nova vida

Depois de muito tempo sem aparecer por aqui, com muitos afazeres e mudanças na minha vida, volto a dar notícias. Não sei se conseguirei manter este blog aqui, mas estou abrindo um novo espaço, para contar da nova fase da minha vida.


abraços a todos.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Esperança industrializada

O meio do mês de dezembro se aproxima. Automaticamente algumas palavras de Drummond aparecem na minha mente:

"Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí, entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número, e outra vontade de acreditar que daqui para diante vai ser diferente." (Carlos Drummond de Andrade)

E com toda essa esperança industrializada, parece que as pessoas não se preocupam com os detalhes que realmente tem importância. Apesar do final do ano, a gentileza que costumava brotar no coração das pessoas (pelo menos nesta época) ainda está adormecida. E será que ela vai acordar?
As luzes que enfeitam as casas já não aparecem tanto. A cidade e seus bairros residenciais continuam os mesmos de sempre, na rotina habitual, sem alegria e com a pressa de todos os dias. Parece que as pessoas não tem mais ânimo nem para decorar sua casa e chamar a alegria da época. As crianças vão às lojas escolher seus presentes e todo o encanto do Natal fica no caixa da grande loja.
Por toda essa situação, meus olhos se enchem de lágrimas quando veem algo, mesmo que seja muito sutil, como um simples Papai Noel na rua, fora dos shoppings centers, distribuindo seu carinho, tentando salvar a última lembrança do verdadeiro Natal.
Quero assim, deixar registrada minha vontade: "Quero de volta a esperança do Natal, a gentileza, mais luzes no corações. Quero a esperança IN NATURA, sem estar embrulhada em uma caixa cara, com um laço bonito."

Deixe você também seu Desejo de Natal registrado! Vamos recuperar nossa essência.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Campanha "Doe um livro no Natal"




Este post é para divulgar uma campanha muito legal - "Doe um livro neste Natal". Fiquei sabendo dela por meio de um dos meus alunos da faculdade, que está ajudando a divulgar também (www.comercioararaquara.com.br). Então vamos embarcar nessa.
Se você tem um livro na sua casa, esquecido em algum canto, que já está servindo de peso de papel ou acumulando poeira: Doe! Vamos ajudar a melhorar a educação no Brasil!
Doe para alguma biblioteca municipal ou escola pública da sua cidade. Não é um sacrifício tão grande levar um livro até a biblioteca ou escola mais próxima. Vamos ajudar!

Esta campanha tem como Idealizador e colaboradores:

Autor do Projeto: Heber Dias de Sousa – Contagem MG

Coordenadora: Laura Furquim Xavier – Belo Horizonte – MG

Divulgação: Dr. José Luis Goldfarb (curador do Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro desde 1991 e coordenador de diversos projetos de incentivo à leitura no Brasil) – São Paulo – SP

Aos interessados pela campanha, outras informações podem ser encontradas no seguinte endereço:

BLOG

http://doeumlivrononatal.blogspot.com/

(a figura deste post foi feita por um aluno meu também. Linda, né?)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Quem sou eu?

Agora de manhã consegui tirar 5 minutos para mim e fiz visitinhas a alguns blogs dos queridos colegas. Eu já estava com a idéia de escrever um post sobre o assunto e quando li o ultimo post da Mari (http://sopadeletrinhas-sopa.blogspot.com/) foi o último empurrãozinho para isso.

E a pergunta veio do orkut mesmo: Quem sou eu? A resposta é: depende. Depende em que qual situação e qual minha posição naquele momento.
Normalmente somos vários ao decorrer de um único dia. E são muitos os "nomes" que recebo também.
Eu acordo sendo a "minha linda" do meu marido. Assim que chego ao laboratório onde faço minhas pesquisas, eu sou a Camila para a maioria do pessoal (e aqui existem algumas variações no sotaque, que vai desde um "Camila" com sotaque mineiro, até um "Cãmila"), mas também sou a "Cá" para alguns amigos e "Mi" para nossa secretária. Quando estou trabalhando eu sou a "chefa", como dizem alguns alunos, bem como a "coordenadora". "Professora" é também um dos meus papéis. "Camilinha" para outros amigos (apesar dos meus mais de 1,70 de altura). "Classuda" então é uma das últimas classificações que recebi de uma amiga (que agora deu pra me chamar assim). Já fui a "Bocão" na adolescência e num passado mais distante eu era a "Camilim" para minha bisavó.
E nessa mudança constante ao longo do tempo, a verdadeira Camila vai sendo formada, moldada, trabalhada, tentando assim melhorar sempre.